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De acordo com Lira, a proposta deve ser apresentada nos próximos dias pelo Governo Federal.
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Desde 2010, deputados federais do bloco conquistaram votos em 95% de todos os municípios do País.
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Arthur Lira informou que a Casa voltará a trabalhar no modelo que vigorou no início da pandemia.
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O governador disse ainda que a proposta foi aprovada “sem nenhum diálogo ou base técnica”.
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Os presidentes do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG); e da Câmara, Arthur Lira, também foram agraciados.
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Texto foi articulado após decisão do STF que ordenou divulgar os nome dos políticos que indicaram emendas
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O Governo Federal quer aprovar a PEC para garantir o pagamento do Auxílio Brasil de R$ 400,00.
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Proposta foi debatida no IX Fórum Jurídico de Lisboa.
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Lira acredita que o texto que viabiliza o pagamento do Auxílio Brasil terá mais votos favoráveis.
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Movimentação do presidente da Câmara é uma resposta à articulação política para derrubar a PEC.
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O presidente da Câmara, Arthur Lira, avaliou que a proposta pode não ter votos suficientes.
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O presidente da Câmara tenta fazer deputados do PSB e PDT a mudarem de posição.
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Nos bastidores, líderes dizem que ainda não há votos suficientes para aprovação da PEC.
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Lira informou a condição para entrada no prédio ao anunciar a retomada dos trabalhos presenciais.
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O presidente da Câmara afirmou que o problema do preço do gás no Brasil é o monopólio da estatal.
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De acordo com Lira, a Câmara propõe que a cobrança do ICMS seja mudada sem afetar Estados.
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O anúncio do presidente da Câmara ocorreu após a Petrobras informar que não mudou sua política de preços.
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Presidentes da Câmara e do Senado estimam aprovação de projeto em até 40 dias.
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Lira chamou atenção para o valor do gás natural, destacando como um dos problemas.
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O presidente da Câmara dos Deputados afirmou que sua declaração dada mais cedo foi tirada de contexto.
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Lira comentou a declaração de Luiz Fux, de que Bolsonaro poderia cometer crime se descumprisse decisões.
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Antes da reunião com Gilmar, Lira também esteve com os ministros Ciro Nogueira e Flávia Arruda.
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O encontro acontece um dia depois das manifestações em apoio ao seu governo realizadas no país.
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Projetos serão enviados ao presidente da Câmara para serem votados em plenário.
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Anteriormente, Lira havia informado que dependia de algumas conversas para votar a reforma.
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Hoje, os dividendos são isentos da cobrança do IR; volta da tributação é polêmica e encontra resistência.
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Lira disse ainda que Jair Bolsonaro é quem pauta o País, inclusive em relação a manifestações na data.
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Há 17 pedidos protocolados na Mesa Diretora e, até o momento, nenhum deles foi lido por Rodrigo Pacheco.
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O presidente da Câmara fez o anúncio nesta manhã, depois de o texto ter sido tirado da pauta de quarta.
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A proposta de emenda à constituição foi rejeitada na noite desta terça (10) na Câmara dos Deputados.
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Para que fosse aprovada e seguisse para o Senado, o texto precisava de pelo menos 308 votos na Câmara.
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“Numa democracia quanto mais lisura, quanto mais segurança melhor", afirmou o prefeito nesta terça (10).
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O parlamentar disse que vai seguir seu partido, mas a direção nacional do PSD ainda não fechou questão.
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A deputada federal ressaltou que essa é a posição da bancada do Partido dos Trabalhadores.
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Os ministros do Supremo Tribunal Federal e o deputado Aécio Neves também participaram do debate.
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O presidente da Câmara informou ainda que vai colocar PEC em votação no plenário amanhã ou quarta.
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O parlamentar recebeu o ministro da Casa Civil, em sua residência oficial, antes de pautar a PEC.
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Segundo Lira, somente com a votação em plenário “teremos uma decisão inquestionável e suprema”.
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O presidente da Câmara indicou apoio ao voto impresso e disse que o debate está 'polarizado'.
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De acordo com presidente da Câmara, o Congresso Nacional é soberano para cumprir esse papel.
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