A capoterapia tem se destacado como uma prática extremamente benéfica para os idosos de muitas capitais. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Capoterapia, no Brasil tem mais de 50 mil praticantes de Capoterapia que é inspirada nos movimentos da capoeira, mas adaptada para a terceira idade, essa atividade promove a melhoria da força muscular, da mobilidade, do equilíbrio e da coordenação motora, fatores essenciais para a autonomia e qualidade de vida dos idosos.
Além dos benefícios físicos, a capoterapia também contribui para a saúde mental e emocional. A prática envolve música, ritmo e socialização, ajudando a combater a depressão, a ansiedade e o isolamento social, problemas comuns nessa faixa etária. O ambiente descontraído e acolhedor torna a atividade prazerosa e motivadora, incentivando os idosos a se manterem ativos.

Reconhecendo essa importância, o mestre Gilvan Alves, criador da capoterapia, está em Teresina a convite do professor de Educação Física Demóstenes Ribeiro para tratar do projeto de expansão da capoterapia na cidade. O objetivo é ampliar o acesso dessa prática para mais idosos, garantindo que um número maior de pessoas possa se beneficiar dos seus efeitos positivos na saúde e no bem-estar.
A iniciativa representa um grande avanço para a qualidade de vida dos idosos teresinenses, reforçando o papel da atividade física como ferramenta essencial para um envelhecimento ativo e saudável.
*** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do GP1
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