A Polícia Federal (PF) divulgou na manhã desta quinta-feira (20) o relatório final sobre o caso Fernanda Lages em uma coletiva para a imprensa, que teve a presença de José Olegário, Chefe da delegacia Regional, José Edilson Freitas e Alberto Ferreira, presidentes do inquérito, José Artur Vasconcelos, Chefe do Setor de Tecnologia da PF e Nivaldo Farias, Superintendente da Polícia Federal.
Responsáveis pelo comando das investigações em torno da morte de Fernanda Lages nos últimos dez meses, os delegados federais Alberto Ferreira Neto e José Edílson Freitas são lotados na superintendência da Polícia Federal em São Paulo, para onde se dirigiram logo depois de realizar, em Teresina, as últimas diligências para "fechar" as investigações.
Os pais da estudante acompanham a divulgação do resultado em sua residência na cidade de Barras.
Atualizada às 10:19
Delegados e peritos criminais compõe a mesa na divulgação do relatório final sobre a morte da estudante Fernanda Lages.
Atualizada às 10:27
De acordo com o relatório divulgado Fernanda estava em pé na mureta.
Atualizada às 10:36
Foi descartado o envolvimento com tráfico de mulheres.
Foi feita a "Linha do tempo" de Fernanda Lages em um perído de 1 ano. No dia da morte o vigia do prédio vê ela chegando sozinha.
Não há vestígios de outra pessoa no prédio junto com Fernanda.
Atualizada às 10:41
Não foi visto nenhum veículo seguindo o carro de Fernanda Lages.
Atualizada às 10:45
Todo o percurso que Fernanda fez no dia de sua morte foi acompanhado.
Todos os dados periciais apontam que ela estava sozinha.
Atualizada às 10:48
Foi apresentado um vídeo em 3D mostrando a visão que a Fernanda e o vigia tinha do local.
Foi concluído que Fernanda já conhecia e já teria ido ao prédio.
Ela subiu na mureta por esforço próprio.
Atualizada às 10:54
Para ser cogitada a possibilidade de alguém ter empurrado Fernanda a pessoa deveria ter no mínimo 2m de altura por conta da altura do parapeito. Homicídio foi descartado.
Todas as lesões presentes no corpo de Fernanda são explicadas pela a ação da queda. Nenhuma ocorreu antes da queda.
Atualizada às 10:59
Fernanda estava tomando remédio para enxaqueca 40 dias antes de sua morte e a ingestão dele junto com o álcool pode desencadear uma ação suicida.
O delegado Alberto Ferreira afirmou que só Fernanda poderia dizer se foi uma queda ou suicídio.
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Responsáveis pelo comando das investigações em torno da morte de Fernanda Lages nos últimos dez meses, os delegados federais Alberto Ferreira Neto e José Edílson Freitas são lotados na superintendência da Polícia Federal em São Paulo, para onde se dirigiram logo depois de realizar, em Teresina, as últimas diligências para "fechar" as investigações.
Os pais da estudante acompanham a divulgação do resultado em sua residência na cidade de Barras.
Imagem: Bárbara Rodrigues/GP1
Delegado mostra que Fernanda caiu do prédio A e não B

Atualizada às 10:19
Delegados e peritos criminais compõe a mesa na divulgação do relatório final sobre a morte da estudante Fernanda Lages.
Imagem: Bárbara Rodrigues/GP1
Delegados e Peritos Criminais compõe a mesa

Atualizada às 10:27
De acordo com o relatório divulgado Fernanda estava em pé na mureta.
Atualizada às 10:36
Foi descartado o envolvimento com tráfico de mulheres.
Foi feita a "Linha do tempo" de Fernanda Lages em um perído de 1 ano. No dia da morte o vigia do prédio vê ela chegando sozinha.
Não há vestígios de outra pessoa no prédio junto com Fernanda.
Imagem: Bárbara Rodrigues/GP1
Delegado da PF

Atualizada às 10:41
Não foi visto nenhum veículo seguindo o carro de Fernanda Lages.
Atualizada às 10:45
Todo o percurso que Fernanda fez no dia de sua morte foi acompanhado.
Todos os dados periciais apontam que ela estava sozinha.
Atualizada às 10:48
Foi apresentado um vídeo em 3D mostrando a visão que a Fernanda e o vigia tinha do local.
Foi concluído que Fernanda já conhecia e já teria ido ao prédio.
Ela subiu na mureta por esforço próprio.
Atualizada às 10:54
Para ser cogitada a possibilidade de alguém ter empurrado Fernanda a pessoa deveria ter no mínimo 2m de altura por conta da altura do parapeito. Homicídio foi descartado.
Todas as lesões presentes no corpo de Fernanda são explicadas pela a ação da queda. Nenhuma ocorreu antes da queda.
Atualizada às 10:59
Fernanda estava tomando remédio para enxaqueca 40 dias antes de sua morte e a ingestão dele junto com o álcool pode desencadear uma ação suicida.
O delegado Alberto Ferreira afirmou que só Fernanda poderia dizer se foi uma queda ou suicídio.
Imagem: Bárbara Rodrigues/GP1
Objetos analisados

Imagem: Bárbara Rodrigues/GP1
Câmeras mostram o percurso de Fernanda

Imagem: Bárbara Rodrigues/GP1
Slide mostra como Fernanda caiu

Imagem: Bárbara Rodrigues/GP1
Nivaldo Farias e Alberto Ferreira

Imagem: Bárbara Rodrigues/GP1
Após a queda

Imagem: Bárbara Rodrigues/GP1
Marca do vestido mostra que ela se arrumou antes da queda

Imagem: Bárbara Rodrigues/GP1
Exumação de Fernanda, corpo estava bem preservado

Imagem: Bárbara Rodrigues/GP1
Fraturas em Fernanda

Imagem: Bárbara Rodrigues/GP1
Machucados no corpo de Fernanda

Imagem: Bárbara Rodrigues/GP1
Dente quebrou com a queda e não com um murro

Imagem: Bárbara Rodrigues/GP1
Todas as lesões no crânio foram da queda

Imagem: Bárbara Rodrigues/GP1
Mostra onde quebrou na costela de Fernanda

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