A queda de um helicóptero na noite desta quinta-feira (16), em uma área de mata fechada em Caieiras, São Paulo, resultou na morte de duas pessoas e desencadeou uma complexa operação de resgate. A missão contou com o apoio de dois helicópteros da Polícia Militar e equipes de resgate terrestre.
De acordo com o Comando de Aviação da Polícia Militar de São Paulo, as condições meteorológicas na região estavam desfavoráveis para o voo, o que pode ter contribuído para o acidente. “O tempo estava fechado durante a madrugada e a noite. Temos um alerta da Defesa Civil para chuva forte até domingo”, explicou o tenente Maxwell Souza, da Defesa Civil de São Paulo, em entrevista à CNN.

A localização dos destroços foi possível graças à análise do último sinal emitido pela aeronave e ao trabalho dos tripulantes do helicóptero Águia da PM, que delimitaram um perímetro de busca.
As operações envolveram equipes aéreas e terrestres da Defesa Civil, Corpo de Bombeiros e Polícia Militar. Durante o resgate, uma das sobreviventes, uma menina de 11 anos, foi encontrada com vida e indicou aos socorristas a localização dos destroços e dos corpos de seus pais.
O clima adverso e a área de difícil acesso impuseram desafios adicionais à operação, que foi concluída com o resgate das vítimas e a remoção dos corpos.
Vítimas
As vítimas fatais foram André Feldman, de 50 anos, CEO da BIG Brazil International Games, uma empresa de apostas online, e sua esposa, Juliana Elisa Alves Maria Feldman, de 49 anos. Os sobreviventes são a filha do casal de 12 anos e o piloto da aeronave foi identificado como Edenilson de Oliveira Costa.

O helicóptero pertencia à empresa C & F Administração de Aeronaves LTDA, cujos sócios são os empresários André Feldman e Paulo José Converso. O piloto prestava serviços particulares para a família Feldman.
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