Na noite desta quinta-feira (23), a Central de Flagrantes chegou a um novo recorde, fazendo custódia de 91 detentos. A estrutura do local oferece capacidade máxima de 20 presos. Na manhã de hoje (24), 74 presos estão no local.
Imagem: DivulgaçãoDetentos na Central de Flagrantes de Teresina
Segundo o presidente dos policiais civis do Piauí, Constantino Júnior, também há presos em distritos policiais. “Tem oito presos no 21º DP e cinco na Polinter, além de três que estão no HUT”, informou.
Imagem: DivulgaçãoDetentos na Central de Flagrantes de Teresina
Cerca de 20 presos estavam no processo de triagem na noite de ontem. Os detentos foram abrigados em várias dependências e nos corredores do prédio, oferecendo perigo para policiais que trabalham na Central, além de aumentar o risco de rebelião.
Imagem: DivulgaçãoDetentos na Central de Flagrantes de Teresina
A superlotação na Central é um problema antigo, mas este mês, a situação se agravou. No último dia 09, o secretário de Segurança Fábio Abreu, anunciou o remanejamento de 60 presos para presídios do Estado.
O Sindicato dos Delegados do Piauí (Sindepol) divulgou nota sobre a superlotação. Segundo a presidente do sindicato, delegada Andrea Magalhães o Secretário de Justiça, Daniel Oliveira garantiu que ainda hoje serão disponibilizadas trinta novas vagas no sistema carcerário.
O Sindicato dos Delegados do Piauí (Sindepol) divulgou nota sobre a superlotação. Segundo a presidente do sindicato, delegada Andrea Magalhães o Secretário de Justiça, Daniel Oliveira garantiu que ainda hoje serão disponibilizadas trinta novas vagas no sistema carcerário.
Confira abaixo nota na íntegra
Acerca da situação recorrente da Central de Flagrantes de Teresina, que continua superlotada, em condições desumanas e desrespeitando o tempo máximo de permanência de presos, o Sindicato dos Delegados de Polícia Civil informa que a presidente, Delegada Andréa Magalhães, manteve contato hoje com o Secretário de Justiça, Daniel Oliveira, e ele garantiu que ainda hoje serão disponibilizadas trinta novas vagas no sistema carcerário.
O Sindepol está vigilante, está buscando soluções para a solução do problema, e continuará denunciando a falta de estrutura na segurança pública do Piauí. Caso não sejam tomadas providências urgentes, o Sindepol tomará medidas judiciais.
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