A Ordem dos Advogados do Brasil, secção Piauí, lançou oficialmente na manhã desta quarta-feira (18) o número do WhatsApp (86) 8141-8181e o link www.oabpi.org.br/denuncia/ em que a população poderá denunciar irregularidades durante as eleições estaduais deste ano.
Imagem: Geísa Chaves/GP1Coletiva a imprensa na OAB/Piauí
A divulgação do novo canal de denúncias o WhatsApp foi realizada na Sala de Conselho, na sede da OAB/Piauí, durante coletiva a imprensa. O presidente da Comissão de Direitos Eleitorais, o advogado Fábio Viana, destacou a importância do aplicativo durante o processo eleitoral.
“Além dos órgãos já competentes para a fiscalização de irregularidades durante as eleições é de suma importância contar com o apoio da população durante o processo. Por isso, instauramos o disque denúncia, para justamente abrir um canal com a população”, disse Fábio Viana.
Imagem: Geísa Chaves/GP1Advogado Fábio Viana
Ainda de acordo com o advogado, o aplicativo WhatsApp será uma inovação nas eleições deste ano. “A inovação mundial será o WhatsApp e nós não poderíamos nos isentar disso. Mas vale lembrar que a população, além do novo aplicativo, pode realizar suas denúncias, através dos e-mails do órgão (OAB) ou pelo telefone institucional”, explica Viana.
As denúncias enviadas pela população a OAB/Piauí serão materializadas pelo órgão e encaminhadas ao Ministério Público Eleitoral, Polícia Federal e Tribunal Regional Eleitoral.
O presidente da OAB/Piauí, Willame Guimarães ressaltou as vantagens do novo canal. “Esperamos que atos corruptos realizados durante o período eleitoral sejam combatidos. A criação desse novo aplicativo é justamente contar com o apoio da população, pois isto já é feito por ela (população), mas agora será mais ágil e fácil todo o processo”.
Imagem: Geísa Chaves/GP1Presidente Willame Guimarães
O presidente destacou ainda as principais irregularidades registradas pela população. “As mais comuns são propaganda eleitoral irregular, propaganda antecipada, abuso de poder econômico e político, bem como, a troca de bens por votos, por exemplo, cestas básicas”, elenca Willame Guimarães.
O perfil será monitorado por uma Comissão de Combate à Corrupção Eleitoral, composta por seis advogados que não possuam vínculo com candidatos, partidos ou coligações. Eles serão responsáveis pela seleção e envio das denúncias aos órgãos competentes.
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